Diário 5: 08 a 20/03 - Deixando Orlando - Sweet Home Alabama

09/03/2017 12:57

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Após deixarmos o TA, Travel Center of América, carro abastecido de água, roupa lavada e gás carregado, seguimos em direção ao norte, subindo pela I-10 em direção a Kissimmee. Após falar com uma pessoa do Brasil que entrou em contato conosco pelo WhatsApp, decidimos ficar até o dia 15 na Florida, na região de Orlando ela pessoa queria nos conhecer e chegará dia 15 em Miami. Temos quase uma semana para ficar por aqui.

Os dias foram passando e nós fomos indo de Rest-Area em Rest-Area para dormir, ou de WalMart em WalMart.  Nestes dias trabalhamos com nossas traduções e transcrições e fizemos alguns vídeos.

No domingo estávamos em Fort Myers e procuramos uma igreja para ir ao culto. Descobrimos que perto de onde estávamos tinha uma igreja brasileira. Pensamos que poderia ser uma boa ir a um culto cristão em português, onde seria possivel conversar com muitos brasileiros e ouvir a pregação em Português.

Na entrada todos falando em inglês, e vimos que eram brasileiros, mas falando em inglês. Então nos identificamos e começaram a falar conosco na nossa língua nativa. Interessante, que é uma igreja com muitos jovens brasileiros, mas a regra é somente falar em inglês. O culto, as músicas e a pregação são em inglês, porque também tem norte-americanos, e estando nos EUA, a língua oficial é o inglês. A maior parte dos jovens que conversamos vem para estudar e ficar de seis meses a um ano.  Ficam em casas com grupos e fazem uma imersão no inglês. Não trabalham e apenas se envolvem na igreja. O curioso foi que apesar de serem brasileiros, agem como americanos e não rolou nenhum convite para estarmos juntos depois do culto. Bem, já estamos acostumando com isso.

Fomos procurar um lugar para ver a questão da internet que parou, procuramos uma praça com uma AT&T e fomos resolver a questão. Resolvemos mudar o plano por um mês para ver se vai compensar.

O carro tem um consumo alto de combustível, algo que não estamos acostumados. No Brasil temos carros com motores menores e muito mais econômicos. Mesmo a gasolina sendo a metade do preço do Brasil, ainda assim o consumo ultrapassa nosso orçamento.

No dia 13 resolvemos que seguiríamos em direção ao norte, rumo ao Alabama e depois para o Mississippi e não ficaríamos mais ancorados na região de Orlando. O custo nessa região é muito alto, o trânsito e o agito é muito grande. Queremos lugares mais tranquilos. Decidimos seguir e avisar a pessoa que queria nos encontrar.

Estamos procurando rodar cerca de 50 milhas por dia, para poder ter tempo para trabalhar pela internet. Isso faz nossa viajem ser bem lenta. Nosso desafio diário nessa fase e manter o controle dos gastos, e se adaptar a tudo. 

Mais uma semana se passou e chegamos a região de Pensacola, região do Golfo do México com muitas praias. O acesso acaba sendo difícil para nós por causa do tamanho do nosso carro. Dirigindo pela estrada eu vi uma placa de Public Beach. Pensei que teria acesso fácil, se tratando de uma praia pública. Engano nosso, porque a área de estacionamento era tão pequena que cabiam apenas carrinhos de golfe, e umas poucas vagas para carros pequenos. Bem, fomos embora.

Nessa região é muito comum os estacionamentos para MH, ou RV serem somente em RV parking, Campgrounds, ou ainda Resorts, que não utilizamos pois oferecem uma estrutura com piscinas e outras coisas que não utilizamos e para nós não vale a pena pagar por isso. A regra é: caro é aquilo que não se usa.  E além de estarem sempre lotados, por uma noite fica muito caro. Cerca de, no mínimo, US$ 25.

Saímos e fomos seguindo até encontrarmos um State Park ou parque estadual. Chegamos a um o Henderson State Park Beach, que nos pareceu bem legal, e bem na frente, encontramos um Walmart. Perfeito para estacionarmos ali para ver se podíamos entrar na praia. Fomos caminhando para pegar a informação. Interessante que nessa região turística e próximo das praias os Walmarts, que são sempre um ótimo ponto de apoio para pernoite, não permitem o pernoite, ou overnight, como dizem por aqui.

Certificados que poderíamos entrar no parque pelo valor de US$6 para passar o dia, achamos que seria legal. Era sexta feira e um dia para se relaxar, depois de muitos dias de trabalho. Tivemos uma linda surpresa pois a praia era fantástica. Uma areia branca como açúcar e um mar de aguas verde esmeralda. O dia estava lindo.

O local que escolhemos para estacionar foi em frente ao mar, ao lado de um outro RV que já estava ali. Um fato inusitado aconteceu neste momento. Pela primeira vez um norte americano que estava em um RV veio falar conosco. E o mais louco foi o que ele veio perguntar: Qual era o consumo do nosso RV?

Quando eu falei de 7 a 8 galões por milha, ele disse que o deles também era assim. Ou seja, não tem jeito, é isso mesmo. Esse homem se chama Mattews e mora no Texas, em Houston. O carro não é dele, é do cunhado, e eles estão viajando em férias com as esposas e seus filhos, um total de oito pessoas em um RV menor que o nosso. Brincamos em trocar, pois o nosso era o ideal para eles.

Ele e o cunhado são casados com duas irmãs mexicanas, então rolou um papo em espanhol. Mas, no fim, quem ficou mesmo na conversa foram as mulheres. Latinos sempre são mais comunicativos. Comentamos de lugares grátis para o pernoite e para o dump do esgoto. Eles também estavam viajando sempre em locais gratuitos. Eles nos indicaram um Walmart para o outro lado da praia, onde haviam passado a noite e foi bem tranquilo em Niceville.

Ficamos para ver o pôr do sol ,que foi lindo, mas para mim o de Punta del Este ainda ganha. Mas este foi até mais legal que o de Key West. O lance de Key West é o conjunto. Você estar no extremo sul dos EUA, saber que Cuba está dali 90 milhass, a viajem até lá é show, enfim..., mas o pôr do sol acho que fica a desejar... o de Punta Ballena no Uruguai é perfeito.

Saímos e fomos em busca do Walmart para o nosso pernoite. O GPS nos indicou uma rota de 26 miles, e a Jane viu no Ipad que pelo outro lado seria muito mais perto, 13 mihas, ou seja, a metade da distância.  Parei, avaliei a rota e fomos pelo Ipad no google maps, não entendendo o porquê do GPS nos enviava para o outro lado. Logo a frente veio a resposta. Eu programei o GPS para evitar rotas pedagiadas e esse roteiro tinha uma ponte com um pedágio.

Ao entrarmos na ponte vimos a placa de, se passar e não pagar a multa é de US$ 100. A Jane arrepiou, e ficou muito preocupada. Já estava escuro, e nós não tínhamos como retornar. Eu dirigi confiante que teria alguém para cobrar, porque todos os pedágios que passamos na Flórida foram automáticos. Ou seja, se esse for automático poderíamos tomar uma multa de graça. Mas, ao final tínhamos em nossa frente 4 cabines e em 3 delas tinham pessoas para fazer a cobrança. U$4,00 e tudo resolvido. A Jane voltou a respirar.

Achamos o Walmart em Niceville, que nos acolheu por duas noites e deixou saudades. O melhor que ficamos até agora. Partimos na manhã de domingo em direção a uma igreja que achamos pela internet. Uma igreja norte americana desta vez, mas mais para nosso estilo. Digo isso porque a primeira que fomos acho que o mais novo lá dentro era eu. Eram 90% de idosos, e uma igreja bem tradicional. A segunda foi a de brasileiros que ficou tudo no inglês. Realmente parecia uma igreja bem ao estilo pentecostal brasileiro, mas... não vamos comentar. E esta sim, foi bem legal...

A começar que o estacionamento gigante nos permitiu estacionar sem problemas. Um senhor com um carrinho de golfe nos ofereceu carona para a nave da igreja. Coisa de americano, e na entrada um pessoal bem amoroso percebeu que somos visitantes e nos deu as boas-vindas com um lindo sorriso. Na entrada ainda, um grande quadro com Donut´s onde você podia se servir à vontade. Nos sentimos bem nesse local.

O incrível, após o término do culto fomos para o estacionamento e enquanto falamos dentro do carro sobre como foi legal, após 5 minutos, olhamos no estacionamento e não tinha mais ninguém. Sumiram todos... uau... então só nos resta ir também.

Fomos a procura de outras praias na região. Nesse trajeto passamos em uma faixa de terra com areias branquíssimas dos dois lados, dunas lindas e um mar de cor verde esmeralda dos dois lados. Era Navarre Beach, e essa região tem muitas pontas de ilhas ou pequenas baías ou golfos, e entramos em uma que nos levou direto a um Parque Nacional - o Gulf Island National Seashore - onde visitamos o Fort Pickens, e assistimos ao pôr do sol. Claro que o Camping estava lotado.

Já ao anoitecer fomos procurar um Walmart para passar a noite. Rodamos bastante até encontrar um em Pensacola. Uma cidade bem diferente, para o padrão das grandes cidades da Flórida. Sua estrutura é muito parecida com qualquer cidade do Brasil. Chegamos ao local indicado pelo GPS e nem desliguei o motor um senhor muito simpático, se identificou como segurança e disse que a loja fechava a meia noite e não poderíamos pernoitar ali. Saímos e buscamos outro perto dali. Fomos pedir autorização e nos foi autorizado. As referências do local não eram boas por outros poucos que dormiram ali. Ficamos atentos, mas confiamos em Deus. Não tínhamos mais para onde ir.

No dia seguinte saímos da Flórida e entramos no Alabama. Encontramos uma grande praça que funciona como centro de informações turísticas, com uma enorme placa de Sweet Home Alabama, e uma Rest Area. Ficamos ali e dormimos ali também.

Agora seguimos em direção ao Mississippi e depois Lousiana. Estamos em contato com o casal do #PartiuAlasca, que estão por perto e quem sabe nos próximos dias rola um encontro.

Estamos nessa fase sem visitar muitos lugares, porque os grandes parques e lugares incríveis então no Norte e no lado mais ao Oeste. Então passamos direto por muitos lugares para nós comuns e fora do nosso interesse. Mas tem sido um aprendizado diário viver por aqui com um motor home americano, e bem nômades dessa vez.

Já pensamos em desistir, já pensamos em voltar, já pensamos em vender o MH o comprar outro menor, já pensamos em comprar um carro... já pensamos em muitas coisas... mas seguimos orando e pedindo com fé que Deus nos cuide e se estivermos seguindo no caminho que não deveríamos, que Ele no seu amor e cuidado, nos mostre e nos coloque no centro da Sua vontade. Enquanto isso, seguimos com paz e exercitando a fé em Cristo.

 

Seguimos para o norte da Flórida. E decidimos não dirigir pela Interestadual, porque ela acaba tendo muito movimento e chega a ser chato dirigir por ali. Muito trânsito de caminhões andando a 70 milhas ou mais, isso é como 120 km/h. Todos passam com muita pressa, e nós seguimos a passo de tartaruga, até para economizar combustível, sempre que posso não andamos por ela. O bom é que tem as Rest Areas.

Paralelo a interestadual algumas vezes tem outras ótimas rodovias que são mais tranquilas, porém passamos por dentro de várias pequenas cidades que são chamadas aqui de condados. Mas é muito mais divertido. Assim vemos casas, gente e como eles vivem. E o acesso ao Walmart é bem mais fácil também.  Ao passo que na estrada acabamos encontrando boas Rest Areas, que como já falamos, são áreas de descanso onde é permitido pernoitar.

Estamos procurando rodar cerca de 50 milhas por dia, para poder ter tempo para trabalhar pela internet. Isso faz nossa viajem ser bem lenta. Nosso desafio diário nessa fase e manter o controle dos gastos, e se adaptar a tudo. 

Mais uma semana se passou e chegamos a região de Pensacola, região do Golfo do México com muitas praias. O acesso acaba sendo difícil para nós por causa do tamanho do nosso carro. Dirigindo pela estrada eu vi uma placa de Public Beach. Pensei que teria acesso fácil, se tratando de uma praia pública. Engano nosso, porque a área de estacionamento era tão pequena que cabiam apenas carrinhos de golfe, e umas poucas vagas para carros pequenos. Bem, fomos embora.

Nessa região é muito comum os estacionamentos para MH, ou RV serem somente em RV parking, Campgrounds, ou ainda Resorts, que não utilizamos pois oferecem uma estrutura com piscinas e outras coisas que não utilizamos e para nós não vale a pena pagar por isso. A regra é: caro é aquilo que não se usa.  E além de estarem sempre lotados, por uma noite fica muito caro. Cerca de, no mínimo, US$ 25.

Saímos e fomos seguindo até encontrarmos um State Park ou parque estadual. Chegamos a um o Henderson State Park Beach, que nos pareceu bem legal, e bem na frente, encontramos um Walmart. Perfeito para estacionarmos ali para ver se podíamos entrar na praia. Fomos caminhando para pegar a informação. Interessante que nessa região turística e próximo das praias os Walmarts, que são sempre um ótimo ponto de apoio para pernoite, não permitem o pernoite, ou overnight, como dizem por aqui.

Certificados que poderíamos entrar no parque pelo valor de US$6 para passar o dia, achamos que seria legal. Era sexta feira e um dia para se relaxar, depois de muitos dias de trabalho. Tivemos uma linda surpresa pois a praia era fantástica. Uma areia branca como açúcar e um mar de aguas verde esmeralda. O dia estava lindo.

O local que escolhemos para estacionar foi em frente ao mar, ao lado de um outro RV que já estava ali. Um fato inusitado aconteceu neste momento. Pela primeira vez um norte americano que estava em um RV veio falar conosco. E o mais louco foi o que ele veio perguntar: Qual era o consumo do nosso RV?

Quando eu falei de 7 a 8 galões por milha, ele disse que o deles também era assim. Ou seja, não tem jeito, é isso mesmo. Esse homem se chama Mattews e mora no Texas, em Houston. O carro não é dele, é do cunhado, e eles estão viajando em férias com as esposas e seus filhos, um total de oito pessoas em um RV menor que o nosso. Brincamos em trocar, pois o nosso era o ideal para eles.

Ele e o cunhado são casados com duas irmãs mexicanas, então rolou um papo em espanhol. Mas, no fim, quem ficou mesmo na conversa foram as mulheres. Latinos sempre são mais comunicativos. Comentamos de lugares grátis para o pernoite e para o dump do esgoto. Eles também estavam viajando sempre em locais gratuitos. Eles nos indicaram um Walmart para o outro lado da praia, onde haviam passado a noite e foi bem tranquilo em Niceville.

Ficamos para ver o pôr do sol ,que foi lindo, mas para mim o de Punta del Este ainda ganha. Mas este foi até mais legal que o de Key West. O lance de Key West é o conjunto. Você estar no extremo sul dos EUA, saber que Cuba está dali 90 milhass, a viajem até lá é show, enfim..., mas o pôr do sol acho que fica a desejar... o de Punta Ballena no Uruguai é perfeito.

Saímos e fomos em busca do Walmart para o nosso pernoite. O GPS nos indicou uma rota de 26 miles, e a Jane viu no Ipad que pelo outro lado seria muito mais perto, 13 mihas, ou seja, a metade da distância.  Parei, avaliei a rota e fomos pelo Ipad no google maps, não entendendo o porquê do GPS nos enviava para o outro lado. Logo a frente veio a resposta. Eu programei o GPS para evitar rotas pedagiadas e esse roteiro tinha uma ponte com um pedágio.

Ao entrarmos na ponte vimos a placa de, se passar e não pagar a multa é de US$ 100. A Jane arrepiou, e ficou muito preocupada. Já estava escuro, e nós não tínhamos como retornar. Eu dirigi confiante que teria alguém para cobrar, porque todos os pedágios que passamos na Flórida foram automáticos. Ou seja, se esse for automático poderíamos tomar uma multa de graça. Mas, ao final tínhamos em nossa frente 4 cabines e em 3 delas tinham pessoas para fazer a cobrança. U$4,00 e tudo resolvido. A Jane voltou a respirar.

Achamos o Walmart em Niceville, que nos acolheu por duas noites e deixou saudades. O melhor que ficamos até agora. Partimos na manhã de domingo em direção a uma igreja que achamos pela internet. Uma igreja norte americana desta vez, mas mais para nosso estilo. Digo isso porque a primeira que fomos acho que o mais novo lá dentro era eu. Eram 90% de idosos, e uma igreja bem tradicional. A segunda foi a de brasileiros que ficou tudo no inglês. Realmente parecia uma igreja bem ao estilo pentecostal brasileiro, mas... não vamos comentar. E esta sim, foi bem legal...

A começar que o estacionamento gigante nos permitiu estacionar sem problemas. Um senhor com um carrinho de golfe nos ofereceu carona para a nave da igreja. Coisa de americano, e na entrada um pessoal bem amoroso percebeu que somos visitantes e nos deu as boas-vindas com um lindo sorriso. Na entrada ainda, um grande quadro com Donut´s onde você podia se servir à vontade. Nos sentimos bem nesse local.

O incrível, após o término do culto fomos para o estacionamento e enquanto falamos dentro do carro sobre como foi legal, após 5 minutos, olhamos no estacionamento e não tinha mais ninguém. Sumiram todos... uau... então só nos resta ir também.

Fomos a procura de outras praias na região. Nesse trajeto passamos em uma faixa de terra com areias branquíssimas dos dois lados, dunas lindas e um mar de cor verde esmeralda dos dois lados. Era Navarre Beach, e essa região tem muitas pontas de ilhas ou pequenas baías ou golfos, e entramos em uma que nos levou direto a um Parque Nacional - o Gulf Island National Seashore - onde visitamos o Fort Pickens, e assistimos ao pôr do sol. Claro que o Camping estava lotado.

Já ao anoitecer fomos procurar um Walmart para passar a noite. Rodamos bastante até encontrar um em Pensacola. Uma cidade bem diferente, para o padrão das grandes cidades da Flórida. Sua estrutura é muito parecida com qualquer cidade do Brasil. Chegamos ao local indicado pelo GPS e nem desliguei o motor um senhor muito simpático, se identificou como segurança e disse que a loja fechava a meia noite e não poderíamos pernoitar ali. Saímos e buscamos outro perto dali. Fomos pedir autorização e nos foi autorizado. As referências do local não eram boas por outros poucos que dormiram ali. Ficamos atentos, mas confiamos em Deus. Não tínhamos mais para onde ir.

No dia seguinte saímos da Flórida e entramos no Alabama. Encontramos uma grande praça que funciona como centro de informações turísticas, com uma enorme placa de Sweet Home Alabama, e uma Rest Area. Ficamos ali e dormimos ali também.

Agora seguimos em direção ao Mississippi e depois Lousiana. Estamos em contato com o casal do #PartiuAlasca, que estão por perto e quem sabe nos próximos dias rola um encontro.

Estamos nessa fase sem visitar muitos lugares, porque os grandes parques e lugares incríveis então no Norte e no lado mais ao Oeste. Então passamos direto por muitos lugares para nós comuns e fora do nosso interesse. Mas tem sido um aprendizado diário viver por aqui com um motor home americano, e bem nômades dessa vez.

Já pensamos em desistir, já pensamos em voltar, já pensamos em vender o MH o comprar outro menor, já pensamos em comprar um carro... já pensamos em muitas coisas... mas seguimos orando e pedindo com fé que Deus nos cuide e se estivermos seguindo no caminho que não deveríamos, que Ele no seu amor e cuidado, nos mostre e nos coloque no centro da Sua vontade. Enquanto isso, seguimos com paz e exercitando a fé em Cristo.