Diário do Equador (21/07 a 08/08)

22/07/2014 00:12

Trajeto: Huaquilla - Porto Bolívar/Machala - Cuenca -  Guayaquil - Salinas - Montañita - Manta - Latacunga - Baños - Quito - Mitad del Mundo/ Pululahua - Ibarra - Tulcán/Ipiales(Colômbia).

 

Dia 21

Leia mais em Diário do Perú.

... Chegamos a fronteira de Huaquillasm ás 15 h e ficamos duas horas  para fazer todos os trâmites!

Dicas: Seguir as placas de Salir de País, preencher formulários, passar na migração pela fila Salir de Peru e depois pela fila Ingresso al Ecuador! Seguir mais 5 km e foi preciso parar para fazer os documentos do carro. Demora um pouco, precisa ter xerox, eles tiram fotos da placa e do carro, mas ao final nem revistaram nosso carro!

Entrar no Equador foi como estar no Brasil, pela abundância de vegetação, muitas plantações de bananas ao longo da Ruta 25. Sem os tão irritantes tuktuk, atrapalhando o trânsito e buzinando o tempo todo, o trânsito mais tranquilo, muito limpo! De cara, gostamos do Ecuador!

Paramos para abastecer e o preço do galão (3.7 Lt) do díesel está $1,037 (dólares)!!! Colocamos quase 90 litros e pagamos $22 dólares!

Aqui a moeda é o dolar! Os derivados de petróleo são subsidiados! O gás é igualmente barato! Recebemos um panfleto na fronteira nos avisando que no Equador a saúde é gratuita, mesmo para o Turista! A educação é gratuita! E descobrimos que o Equador está em uma fase de ascensão Econômica! 

Seguimos pela Ruta del Sol R25 e entramos em Machala, já a anoite. A cidade é bonita, arborizada e limpa! Machala é capital da Província El Oro, fica próxima á fronteira e conhecida como a capital mundial da banana! Por isso de tantas plantações ao longo da rodovia! Seguimos até  Puerto Bolívar, de onde se exporta a banana para todo o mundo, onde resolvemos dormir em frente a Armada Nacional de Ecuador !

Saímos para caminhar, fomos ao mercado!  Retornamos ao carro, lanchamos e fomos descansar!

 

Dia 22 (Cuenca)

Acordamos cedo, tomamos café ajeitamos tudo e saímos em direção a Cuenca. A previsão de chegada era 12:30h. E saindo de Machala, pegamos uma rodovia secundária, que não era tão boa, mas com uma paisagem muito bonita, além do pessoal nas vilas ao longo da rodovia estarem vendendo todos os tipos de bananas e diversas outras frutas, empanadas, banana assada com queijo, vimos diversas áreas de secagem de sementes como milho e cacau.

Estávamos muito felizes com a paisagem quando, depois da cidade de Santa Isabel, a rodovia estava interditada. A polícia falou que ficaria fechada por duas horas e que deveríamos pegar um desvio de 45 km por estrada de barro pelas montanhas, e sair mais á frente na cidade de Girón.

Decidimos ir pelo desvio meio a contragosto ma,s fora a poeira na estrada e alguns lugares estreitos e de curvas fechadas, logo fomos surpreendidos por uma paisagem de serra, com lindas casas, plantações, pastos de uma infinidade de tons de verde, lagos azuis, gado... O dia estava lindo, ensolarado, fazendo a paisagem ficar ainda mais bonita! Levamos 1:30 h para fazer o desvio, mas valeu a pena cada minuto! Conhecemos uma parte da província de Azuay que, de outra forma, não teríamos conhecido.

Chegamos em Cuenca as 13:30 h e achamos com facilidade o camping Cabañas Yanuncay, onde encontramos os alemães, que saíram um dia antes de nós de Zorritos. O carro deles estava estacionado ali, eles estavam passeando pelo centro de Cuenca.

O camping é muito agradável, com um pasto enorme, galinhas por todo lado, um lugar tranquilo. Valor de $15 dólares por dia. Com duchas quentes, internet, água e energia. E ela ainda vende ovos, tomates, leite... Tudo direto da fonte! Fomos recebidos pela Maria e mais tarde pelo Humberto, que nos orientaram e nos deixaram bem á vontade.

Os Alemãos Wonfram & Iris e Manfred & Somati,  retornaram do centro, sentamos e conversamos até anoitecer! Depois nos recolhemos e eu fiquei na internet e o Toninho foi ler um pouco! Lanchamos e fomos dormir!

 

Dia 23

Levantamos a fomos ao centro histórico para conhecer um pouco da cidade.

Cuenca, capital da província de Azuay é a terceira maior cidade do Equador. Situada na serra, os "highlands" do Equador, com 2.550 metros acima do nível do mar, é colonial, de colonização espanhola e possui um centro histórico lindo!

É linda, limpa e com uma arquitetura de tirar o fôlego!

O seu nome completo é Santa Ana de los Ríos de Cuenca.

O clima é agradar, variando de 5 a 23 graus, um típico clima de serra!

Um lugar com muitas faculdades e muito apreciado pelos americanos que já são em número de mais de sete mil, na cidade!

Caminhamos 30 minutos até o centro e passamos por uma peluqueria. Como estou há mais de dois meses sem pintar nem cortar o cabelo, entramos  e o Eliseo, um colombiano que vive há seis anos em Cuenca, disse que por $30 dólares faria tudo, pintar, cortar, escovar... Então, cortei e pintei o cabelo. Enquanto isso, o Toninho ía pegando com ele dicas sobre a Colômbia.

Fomos ao centro histórico, passeamos pela praça principal, e resolvemos almoçar em uma restaurante gourmet muito simpático que encontramos! O menu do dia, com duas opções, oferecia entrada, prato principal, sobremesa e suco por $3,50 dólares! Pedimos ceviche de corvina, filé de corvina com salada e arroz chaufa, um suco bem diferente, e a sobremesa tomate de arbol cozido! Uma delícia!

Saímos dali e fomos continuar nosso passeio. Vimos o valor do citytour $5 dólares com 1:45h de duração! Compramos os tickets e fomos visitar o museu de arte religiosa ($2,00 dólares). O Museo é na primeira catedral de Cuenca construída por espanhóis e toda em madeira! com obras lindas! Um órgão maravilhoso ! A Catedral velha virou museu depois da contrução da nova catedral de Cuenca! A nova Catedral é a maior do pais com três cúpulas em branco e azul! Porém incompleta pois faltam outras duas cúpulas! A religião católica é muito forte por todo Equador! Só em Cuenca são 19 igrejas!

Depois da visita ao museo, fizemos o citytour, passando por todos os pontos históricos, as igrejas, e as ruínas arqueológicas de Pumapungo, fomos ao mirador, onde é possível ver toda a cidade, e fomos na loja de chapéus Panama, que são feitos em Cuenca!

Voltamos do citytour, tomamos um café e fomos ao supermercado e depois ao mercado público pegar algumas frutas, passamos em uma Panaderia e voltamos a pé para o camping.

Foi um dia cansativo, mas muito especial!

 

Dia 24 (Guayaquil)

Acordamos atrasados, pois eu estava olhando o despertador e não o relógio. Arrumamos tudo e saímos em direção a Guayaquil. Tínhamos três coordenadas, e caso não desse certo, seguiríamos para a costa.

O trajeto de Cuenca a Guayaquil foi outra doce surpresa! O Parque Nacional de Cajas, é lindo, lindo, lindo! Fomos a 4.160 m.s.n.m, e apesar de estar nublado o dia, vimos muitos lagos, montanhas, vales e vicunhas. E, a medida que subíamos, as nuvens ficavam abaixo de nós nos proporcionando um espetáculo só digno de quem voa!

Na subida vimos a neblina tomando o Parque e na descida adentramos a neblina em uma descida de 4160 a 0 em alguns Kms, com muitas curvas. Haja freio!

Guayaquil é uma cidade grande, muito bem estruturada, maior que Quito, a capital!

Mas, como toda cidade grande, tem um trânsito intenso e complicado! Mas fomos aos 3 pontos que tínhamos e na verdade, não achamos nenhum lugar para ficarmos! Dois deles eram somente locais para estacionamento, e como era cedo, resolvemos seguir. Com isso, não visitamos algumas coisas em Guayaquil, descobrimos depois...

Enfim seguimos para a Costa. As 15h passamos por um BK e não resistimos entrado para lanchar! O lugar tinha estrutura para ficarmos, mas não nos permitiram pernoitar ali! 

Seguimos mais alguns quilômetros e encontramos um lugar muito bonito, chamado Rancho Doce, com estrutura e com um lago! Tinha uma placa de Parqueado, então, tentamos ficar ali, mas o caseiro ligou para o proprietário que alegou não nos conhecer, não permitindo que ficássemos. Segundo ele, era muito perigoso deixar-nos entrar! (Pásmem!) Enfim, seguimos e paramos num Posto Primax, onde nos permitiram pernoiter!

O lugar não oferecia estrutura nenhuma, além do estacionamento, mas como não queriamos seguir a noite, ficamos ali!

 

Dia 25 (Salinas)

A noite no posto foi barulhenta! Levantamos e seguimos para a costa.

Tínhamos uma coordenada em La Playa, mas quando chegamos lá estava em construção. Resolvemos seguir para a próxima praia, pedindo a Deus uma direção de um lugar para ficarmos.

Na saída de Salinas,  passamos por um Posto e o Toninho viu um lavado e então resolveu lavar o carro.

O Terry veio nos atender, falou com sua esposa e disse que poderia lavar.

Ficamos ali conversando com a Narcisa, uma mulher doce, tranquila e muito sorridente, enquanto aguardávamos.

Terry e Narcisa nos disseram que tinham um hostal e que poderíamos ficar lá a noite! Ele ficou encantado com o carro, tirou muitas fotos!

Nos deu dicas de lugares para visitar e nos deu seu telefone dizendo que nos aguardariam final de tarde!

Fomos a Salinas, um balneário muito bonito, porém com pouca faixa de areia e muita gente! Com hotéis chiques e enormes. Salinas tem wifii free na área da praia! Um lugar bem frequentado!

Depois fomos a la Chocolatera, que fica dentro da base aérea do Equador! (pensei que era uma chocolateria rsrsrs). Mas é um mirante, de onde pudemos ver lobos marinhos e baleias que passaram ao longe, e que não conseguimos fotografar! Um lugar com muitos surfistas!

Quando saímos, o GPS nos mandou por um caminho que passa por dentro da base onde pudemos ver e fotografar diversos aviões e jatos da força aérea, e na saída, nos pediram os documento, querendo saber o que fazíamos ali! Explicamos e nos liberaram!

Voltamos para o lavado, ligamos para o Terry e marcamos um ponto de encontro no Shopping. O seguimos e fomos comer empanadas de pollo com abóbora, uma delícia. Ele nos levou a passear por La Libertad, para procurarmos a bandeira do Equador, mas não achamos.

Fomos para o Hostal Liznar, também a casa dele, onde estacionamos, tivemos acesso a água e energia. Acabamos descobrindo que o nosso carro só está funcionando com energia 220V, algo para ser resolvido, pois a geladeira não liga com 110V!

Ficamos conversando com ele e com seus convidados e amigos, a família do Francisco, um médico amigo seu de Guayaquil! Compartilhamos nosso projeto, eles compartilharam sobre a vida deles, testemunhamos como Deus tem agido em nossos dias desde que saímos. O Terry saiu e voltou com um botom de sua participação em uma expedição á Antartida pela Marinha Equatoriana e nos deu dizendo: "-Aí tem a bandeira do Equador, para levarem no peito!". 

Ficamos impactados com o carinho e hospitalidade desta família que acabou de nos conhecer, nos trouxe para sua casa, e nos incluiu na família!

Tínhamos planos de seguir no dia seguinte cedo, porém o Terry insistiu que ficássemos por mais um dia. Não pudemos recusar e resolvemos ficar.

Fomos dormir compartilhando de como foi o dia, das surpresas, e de como Deus tem cuidado de nós!

 

Dia 26

Acordamos as 8:30h depois de uma noite maravilhosa de sono, e Terry e Narcisa já nos esperavam com o café! Ao entrarmos em sua casa percebemos que algo não estava bem, perguntamos e nos contaram sobre uma situação difícil que estavam passando e que estava pior neste dia! Estavam muito preocupados pois envolvia o banco e o banco não queria negociar...Além disso não conseguiam contato com o advogado e estavam angustiados.

Ele saiu para o Lavadero, e nós ficamos orando com a Narcisa e a Elissette, sua filha. Dissemos para não se preocuparem que ficaria tudo bem! E, de fato, o Terry conseguiu falar com o advogado que falou para não se preocuparem  e os orientou!

Perto do meio dia, saímos para procurar gás, mas estava fechado, fomos ao shopping para colocar crédito no celular e almoçamos por lá. É possível almoçar a partir de $2,50 o prato!

Fomos dar mais uma volta pela praia de Salinas e estavam lotadas! Passeamos pelo calçadão, que eles chamam aqui de Malecón, olhamos as lojinhas, e depois retornamos ao hostal.

Ficamos por ali, descansando, e a noite ficamos até perto das 23h conversando de novo! Ela tinha feito ceviche de polvo com camarão, para o almoço, (que nós perdemos por entender que era para a noite - coisas da linguagem) nos serviu e eu gostei muito. Já o Toninho, não gostou do polvo!

O Terry nos descreveu todas as dicas por toda a Costa do Equador! Cada praia, que depois saberíamos, ele descreveu com detalhes, cada lugar que valia a pena conhecer!

Mais uma vez nos agradeceu o cuidado com sua família (sua esposa contou que oramos pela situação).

Voltamos para nosso carro e pesquisamos as coordenadas para o dia seguinte e fomos dormir!

 

Dia 27 (Montañita)

Arrumamos as coisas e fomos nos despedir dele e da família. Eles estavam nos esperando com o café pronto, isso que nós avisamos que não precisavam fazer nada!

Tomamos café juntos e, mais uma vez, ele disse que ficou muito feliz de nos conhecer, agradeceu termos orado por sua família e nos preocupado no dia anterior.

Nós falamos que também ficamos felizes de conhecê-los e consideramos esta mais uma das gratas surpresas do Pai para nós.

Oramos mais uma vez com eles, os aconselhamos a procurar uma igreja na cidade e, principalmente, restaurarem seu relacionamento com Deus.

Foi muito preciosa a despedida, nos abraçamos como se nos conhecêssemos há tempos. Terry nos disse que quando passássemos por lugares que ele tivesse nos falado, era para lembrar dele e relatar-lhe depois. Assim, ele viajaria conosco!

Saímos dali deixando lembranças para o Francisco e sua família que ainda dormiam.

Seguimos em direção a Montañita, onde pretendíamos dormir!

Passamos por diversas praias como Balleñita, San Pablo que é imensa e Ayangue, parando para ver ou tirar fotos.

Em Manglaralto, uma praia antes de Montañita, vimos o Acampamento Batista de Manglaralto, e entramos para ver se podíamos ficar alí. Fomos atendidos por Marli que nos disse que não teria problema só teria que comunicar o administrador! Seguimos para Montañita e ficamos de retornar a noite.

Montañita é considerada a Meca do surf e dos mochileiros no Equador! É uma praia bem badalada com gente de todo o mundo! Descobrimos que ali moram muitos norte americanos, o que explica toda a propaganda e sinalização em inglês!

Um lugar de muita diversidade com uma praia linda e com estrutura, gostamos muito! Uma infinidade de opções de restaurantes, lanchonetes e hotéis!

Ficamos a tarde por ali, aproveitando o lugar! A noite voltamos para o acampamentos. Fomos recebidos pelo irmão Paulino que nos disse que poderíamos ficar, e nos mostrou os melhores lugares. Ali tivemos energia, água, duchas quentes e um lugar sossegado para dormir a noite, a beira do mar! Uma delícia!

Estávamos cansados da tarde e dormimos logo!

 

Dia 28 (Manta)

Saímos do acampamento as 9h com o dia bem nublado e  seguimos para uma coordenada em um camping em Salango, onde pretendíamos ver a possibilidade de ir a Isla de la Plata, considerada uma pequena Galápagos, e de onde é possível ver as baleias.

Passamos por diversas praias pequenas como Olón e La Curia e, por San José, que fica em um monte (Cerro Lobo) ao lado do oceano com muita área verde, mata fechada e que dá acesso a Ayampe uma praia com vistas para uma pequena ilha chamada Islote Los Ahorcados, um visual lindo!

Passamos por Las Tunas e chegamos a Salango. O camping era no alto de uma montanha por uma estrada de terra e decidimos ir primeiro a praia para ver as embarcações de passeio a Isla de la Plata, mas eram somente barcos pequenos e desistimos!

Seguimos para Puerto Lopez, uma pequena praia com ruas de barro, um trânsito infestado de tuktuks (oh não, de novo!!) rsrsrs. Mas era só nesta cidade, graças a Deus!

Fomos ao local das coordenadas e não era legal, mas vimos um Iveco pequeno, que nos chamou a atenção! Tiramos foto e seguimos para ver informações sobre os passeios para Isla de la Plata e encontramos um casal de franceses! Eric e Catherine, que eram os donos da Iveco, e ficamos conversando quase uma hora!

Fomos ver os passeios, e para ver as baleias, duram 3 horas, são feitos em lanchas, e custam $25 dólares por pessoa! O mar estava tranquilo, mas o fato de ter que ficar uma hora parados em alto mar no barco nos fez desistir! O passeio a Isla de La Plata dura todo o dia e custa U$40 dólares por pessoa, mas só sairia amanhã!

Pensamos, pensamos, e como o Toninho passa muito mal em barco, achamos melhor abortar a ideia. Ainda bem, pois uma hora depois começou a ventar muito! Ficamos imaginando como estaria no barco.

Seguimos pelas praias, passando por Los Frailles , Machalilla, e chegamos a Puerto Cayo onde estacionamos, fomos caminhar pelas pedras, ver as aves marinhas.

Almoçamos num pequeno restaurante á beira mar. Pedimos uma lagosta, que estava muito boa! E a boa notícia é que veio uma lagosta grande e pagamos U$20 dólares. Isso é 1/3 do valor da que comemos no Brasil há mais de dois anos!!!!

Saímos de Puerto Cayo ás 14:30h em direção a Manta, seguindo por uma rodovia  muito boa, mas sem atrativos na paisagem. Ela costeia o mar mas a vegetação alta e seca não nos permite quase apreciar a paisagem. Na altura de Santa Rosa, voltamos a costear o mar passando por San Lorenzo, e diversas outras praias. Uma viagem muito bonita!

Passamos por uma pequena serra de muitas curvas e voltamos a costa, chegando em San Mateo, e o sol apareceu deixando a paisagem ainda mais bonita, dando ao mar este azul turquesa fantástico! Seguimos para  Manta para as coordenadas que tínhamos. E deu certo!

Hotel Barbasquillo fica na entrada da cidade e tem uma estrutura muito boa com energia 110/220V. Tem água, duchas e internet e ainda permite o uso da piscina por U$10 dólares por dia/veículo!

Á noite, passamos um SMS para o Terry para saber como ficou a situação deles e ele, em seguida, nos ligou dizendo estar nos estranhando já (sentindo saudades nossas), e disse que estava tudo bem. Disse que o advogado foi ao banco teria notícias no dia seguinte! Mais uma vez nos abençoou e desligou! 

Compartilhamos sobre como Deus faz todas as coisas com um propósito e sabemos que nos queria ali com eles nestes dias!

 

Dia 29

Passamos o dia no hotel atualizando dados na net, resolvendo questões do carro,  lavando roupas e descansando...

 

Dia 30 (Latacunga)

Arrumamos tudo e seguimos para a serra em direção a Latacunga e depois a Baños.

Saímos eram 10:30h, e seguimos para Monte Cristi onde fomos a uma refinaria tentar encher nosso gás. Ainda estamos com o gás que saímos do Brasil! Aqui o gás é muito barato, assim como o combustível: um botijão de 16.4 kg, maior que o nosso, é U$1,60!Porém, não foi possível encher, disseram que somente em Quito. 

Seguimos para Latacunga e as estradas e a paisagem, embora seja chamada a Ruta del Encanto, não vimos muito encanto em ter que passar mais de 40km em entradas esburacadas, muitos trechos em barro. Estão sendo restauradas, pensamos quando acabarem vai ficar muito bom!

Logo depois de passarmos em Quevedo, no início da serra, a polícia nos parou, pediu documentos, e nos liberou. Deste ponto em diante as estradas voltaram a ficar boas. E o visual também.

Subimos a 4000 metros de altitude e a paisagem, como sempre, encanta pois o céu é limpo, de um azul intenso, as montanhas, e os pastos verdes, fazendo contraste com as nuvens brancas... Lindo demais! Digamos que a paisagem colabora com a altitude para nos tirar o ar!

Foi um sobe e desce, pois atravessamos três cordilheiras!!!  Mas foi quando descemos que fomos agraciados com a vista do vulcão Cotopaxi com 5.897 m.s.n.m. ao final da tarde, com sua copa coberta de neve, uma visão maravilhosa!

Mas, temos uma reclamação sobre o Equador, nenhum destes lugares tem mirantes decentes, o que nos obriga e fazer namoras radicais para poder para fotografar e admirar...

Chegamos a Latacunga a noite e paramos em um Posto PS logo na saída na Panamericana, onde vimos um parador de caminhões e ficamos ali! A temperatura baixou consideravelmente, para uns 12 graus, e a altitude de 2.700m.s.n.m.

 

Dia 31 (Baños)

Apesar do intenso barulho da Panamericana, e os sintomas da adaptação com a altitude, Latacunga está a 2.700 m.s.n.m, dormimos bem. Pela manhaã a temperatura era de 15 graus.

Levantamos, tomamos café e seguimos para Baños.

Neste trajeto sabemos que tem vários vulcões, mas o dia nublado não nos permitiu ver nenhum.

Esperamos que abra, pois estamos indo a Baños só para ver o vulcão Tungurahua, com mais de 5.016 metros que apresenta um espetáculo único a noite ( quando não está nublado), por estar em atividade, é possível ver fogo sendo expelido.

Mas passamos por vales e lugares muito bonitos. O trânsito é intenso, e por isso o trajeto de 84 km demora muito mais que o desejado.

Mais uma vez fomos parados pela polícia. Segundo o guarda o Toninho ultrapassou em faixa dupla. Mas logo nos liberou!

Comentamos que uma coisa que tanto o Perú como e Equador precisam melhorar e bastante é com relação ao trânsito, nisto no Brasil, já estamos bem mais evoluídos! No perú vale a lei da Buzina, e aqui, além dessa lei os motoristas são camicazes, fazem manobras muito arriscadas, e são irredutíveis. Vimos muitas manibras perigosas e absurdas por aqui.

Seguimos e quando percebemos já tínhamos passado da entrada de Baños. Fomos conferir as coordenadas e estavam erradas! Voltamos e a estrada que leva a Baños passa por uma área rural muito bonita. Baños fica a 1800 m.s.n.m., então, descemos bastante!

Nuvens densas cobriam todo o lugar, mas em dia de sol, este trajeto deve ser lindo!

Chegarmos a Baños ás 11:30h e fomos procurar um lugar para passarmos anoitecer.

Depois de visitar alguns lugares resolvemos ficar no Great Hostal Backpacker. Definido isto, saímos e fomos ao centro almoçar. 

Baños de Água Santa, ou simplesmente Baños é uma cidade da provícia de Tungurahua. É um centro turístico de grande importância para o Equador.  Conhecida como "Un Regalo para la Tierra" por sua beleza e diversidade. Baños é uma cidade pequena mas com todo tipo de aventura, e por isso, repleto de jovens de todo o mundo! Aqui é possível praticar esportes radicais, visitar as inúmeras cascatas, fazer rapel, tiloreza, canoagem, ciclista, treking, Jumping...

Fomos passear pela Ruta de las Cascadas (rota das cascatas) e paramos para fotografar algumas delas. Na última, resolvemos fazer uma caminhada por uma trilha, que dava na cascata El Rocio (pagamos U$ 2 ). Uma trilha de muitos degraus no meio da mata, que dura uns trinta minutos. Mas, ao final avistamos a cascata, tiramos fotos e seguimos a trilha. Quando retornamos havia um arco íris na cascata, completando o lindo visual! Fomos brindados com este espetáculo! Comentamos que é Deus nos lembrando da aliança que tem conosco!

Retornamos a Ruta e já eram 16:30 h e fomos a La Casa del Arbol, um mirador do Vulcão Tungurahua, em um morro com 2.660m. O vulcão Tungurahua, tem  5.016  m.s.n.m.. Ele está em atividade e algumas noites é possível ver fogo sendo despejado de seu interior.

Desde domingo, segundo José Luiz, o proprietário de La Casa del arbol, Tungurahua está em atividade crescente... Por isso tantas pessoas para vê-lo! As últimas duas grandes erupções foram em 14 de julho e 6 de agosto de 2006, e cobriu a via na cidade! Suas cinzas foram a 19km de altura e foram despejadas em Quito, Guayaquil e até na Colômbia.

Ficamos esperando até anoitecer, e ele abria e ficava coberto o tempo todo! Ele abriu para nós umas três vezes! Lindo! Soltando muito vapor, formando uma camada densa de nuvens acima dele! Mas resolvemos esperar pois ele poderia expelir fogo e labaredas, mas ficamos até as 19h e ele ficou totalmente encoberto. o José Luiz, falou que quando tinha muito vapor não haveria fogo, então descemos a montanha e retornamos ao Hostal.

Chegando lá fomos recebidos pelo Franco Uguccioni, um jovem muito gentil, educado e alegre! Nos recebeu muito bem! Falou que sonha conhecer o Brasil e que uma coisa que admira no nosso povo é que sempre tem um sorriso no rosto! Ele é da Argentina mas mora aqui! Disse que está há três meses no Hostal e somos os primeiros brasileiros que se hospedam aqui neste tempo! Estava muito feliz! E nos também!

 

Dia 01/08

Decidimos ir dar uma volta na cidade e tirar algumas fotos e ver alguns outros pontos turísticos! Passeamos por todo o centro e fomos até a Puente San Francisco, de onde é possivel ver jovens fazendo Bungee Jumping, uma loucura! Filmamos e fotografamos alguns e seguimos para fazer uma caminhada pelo sendero que leva o mesmo nome e dá acesso á ponte antiga. Uma aventura!

Quando voltamos o Toninho perguntou ao Rapaz que estava fazendo os Jumping, o valor, e ele disse que eram U$20 dólares. Perguntou ao Toninho se ia fazer, e ele respondeu que sua vida valia mais que isso! Ao que ele prontamente retrucou, eu pago pra você pular! Mas ele não pulou, claro!

Seguimos nosso passeio pela cidade. Já eram mais de 12 h e resolvemos ir ao Mercado Central para almoçar! Alí o Toninho pediu um suco de frutas e a senhora colocou uma concha enorme com salada de frutas no liquidificador e serviu! Pensa! Os almoços saem em torno de U$ 2,50 dólares o Menú do dia, com entrada, prato principal e um suco! Almoçasmos em uma das barraquinhas, e fomos ver as frutas, depois saimos e na parte externa do Mercado tinham muitos restaurantes e dois deles serviam Cuyo assado! Dizem que é uma delícia, mas e coragem para comê-los? E os restaurantes estavam lotados! Que dó!

Retornamos ao Hostal para atualizar as informações na internet. Ás 16 h o Toninho saiu para ir no carro e voltou para me chamar pois o Vulcão tinha entrada em atividade e era possível ver uma nuvem densa de vapor tomando o céu. Comentamos que hoje á noite talvez seja um bom dia para retornamos ao mirador!

Ás 18 h saímos para um banho em uma das várias termas na cidade. Conhecemos um casal de espanhóis, o Domingos e a Sheron, estão de férias viajando pelo equador! Ficamos mais e uma hora conversando nas termas! Um casal muito querido!

Resolvemos voltar a ponte San Francisco, onde é possível ver o vulcão. No caminho paramos em uma Pizzaria chamada Papardella, comemos uma deliciosa pizza(hum que saudades!) e fomos até a ponte, quando chegamos veio um onibus de Citytour, e como pensamos que ele subiria ao morro das antenas, um outro mirante, entramos nele, mas ele fez o retorno e foi para o morro das três cruzes, o mesmo que fomos ontem só que mais abaixo. Estava muito frio e só tiha lugar na parte superior! Chegamos lá, o c;eu ficou encoberto! Aquardamos até as 22:30h e como não abriu, retornamos!

O dia foi muito agradável! Deus é bom!

 

Dia 02

Ficamos no Hostal para atualizar dados na net, lavar roupas e descansar.

Conversamos com os administradores do hotel, descobrimos que eles são da argentina e estão há 4 anos em Baños! Martin e josefina! deixaram tudo em Buenos Aires e saíram viajando pela Argentina, Peru e Equador, até chegarem aqui de onde não saíram mais... Ele conheceu nosso carro e disse ser o sonho dela.

A tarde chegaram James e Ingrit, do sul da África, falam somente em inglês e gostam de conversar!

Ele nos deu diversas dicas de sites com coordenadas de lugares para ficar em diversos países, nos deu muitas informações sobre o México, sobre o envio do carro em Cartagena, sobre Quito!

Mais tarde ela nos deu um guia turístico de Quito! Casal muito especial!

 

Dia 03 (Quito)

O dia estava bem nublado, depois de uma noite de chuva.

Como tínhamos que seguir, levantamos, ajeitamos s coisas, conversamos com a Josefine, pois o Martin trabalhou a noite e estava dormindo. Tiramos fotos, trocamos emails, depois com James e Ingrit, fotos e troca de emails, e saímos para Quito.

Passamos pela Laguna de yambo, muito bonita. E logo em frente nos deparamos novamente, com o vulcão Cotopaxi, só que, desta vez encoberto.

Ficamos no parque aguardando para ver se o tempo abria, fomos visitar a Laguna limpiopungo, fomos aos camping's que existem no parque conhecer a estrutura.

Ali conhecemos Jonathan Schatzmann, um viajante de 64 anos, da Suíça. Viaja sozinho há um ano e está há dois dias no parque aguardando aclimatares para subir ao Cotopaxi, disse que estava acampado no refúgio, a mais de 4000 m.s.n.m., mas por causa de muitos ventos, tiveram que descer para o camping.

Conversamos, tomamos café juntos, tiramos fotos e trocamos email.

Quando estávamos saindo, outro casal veio conversar conosco, o Alan e a Marie, sãofranceses, estão em barraca e viajam de ônibus. Nos chamou a atenção porqutem mais idade que nos dois e estão em barraca, até o momento só tínhamos visto jovens viajando nesta condição.

Tirei fotos das muitas flores do Cotopaxi e como ele não abriu e tínhamos que seguir a Quito, seguimos viagem.

O trajeto até Quito é muito bonito, e deve ser melhor ainda em dias de sol e céu azul!

Neste trajeto definimos um nome para nosso carro. Diante de tudo que já passamos, os lugares onde fomos pensamos que o melhor nome seria Valente! E entãinimos que seria assim!

As estradas são boas, e chegamos em Quito anoitecendo, fomos as 4 coordenadas que tínhamos, evitando a casa familiar que o James tinha nos passado, mas todas estavam desativadas ou não recebiam mais viajantes. Voltamos a coordenada dele e fomos recebidos na Casa da Judith Hostal, por uma família, que veio nos dar boas vindas no portão, Judith, Mônica e Domênica, avó, mãe e filha, que moram na casa. Uma recepção calorosa.

Mais tarde nos convidaram para um canelaso, que elas nos explicaram é uma bebida típica de Quito, e servida a todos no dia 6 de dezembro. O detalhe é que contém frutas, água, açúcar e aguardente!

Ficamos conversando e Conhecemos o Axel Meyer, um alemão que estava hospedado ali, e que vai percorrer o país de bike! Chegou ontem em Quito!

Foi um tempo muito agradável onde compartilhamos de nosso projeto, e conversamos muito!

 

Dia 04

Toninho saiu para levar o Valente para trocar óleo e fazer revisão de freios, afinal já estamos batendo a casa do 13.000 km rodados!

Eu fui com Monica e Axel ao Shopping, eles precisavam comprar algumas coisas e aproveitei para passear com eles.

Retornamos a casa ás 13:00 h, almocei e aproveitei para atualizar informações na internet.

Toninho voltou final da tarde, cansado e chateado com o péssimo atendimento na autorizada onde levou o carro! Eles não terminaram e ainda tivemos que dormir na casa onde estamos. 

Mas a Judith e a Mônica foram prontas em dizer que davam um jeito. arrumaram um quarto para nós.

Jantamos com o Axel, e depois todos juntos tomamos um vinho e conversamos até as 22:00 h. Um tempo muito especial!

 

Dia 05 (Aniversário do Toninho)

O Toninho acordou cedo e voltou a autorizada para aguardar concluirem, o serviço que tinha sido prometido para ás 10 h e só ficou pronto ás 15 h.

Eu fiquei com a Judith e a Monica, tomamos café, a Monica me Levou para dar uma volta pelo pomar onde provei das frutas plantadas ali!

Depois ela saiu comigo e fomos comprar um bolo para o aniversário do Toninho!

Voltamos e fiquei descansando! Estava com uma dor de cabeça e fui deitar um pouco!

Quando acordei estava chovendo!

A noite, fizemos um bolo com chá para o Toninho e comemoramos o aniversário dele! Foi muito precioso!

Ele tocou violão, elas cantaram parabéns em espanhol e depois cantamos em portugues! Rimos muito e comemos um bolo com chá que a Monica preparou!

Ficamos conversando até mais tarde, onde compartilhamos do amor de Deus e oramos com elas, sobre algumas situações que tem passado!

Foi um tempo muito especial!

 

Dia 06

Decidimos, finalmente, agora com o carro pronto, fazer um citytour por Quito! Estava um dia de sol e pensamos ser o dia ideal!

Saímos ás 11 h da manhã e pegamos dois ônibus para chegar ao local de onde saía o bus do Citytour ! 

Quito é a capital e segunda maior cidade do Equador. Situa-se entre os vulcões Cotopaxi (5987 metros) e  Pichincha (4794 metros), um vulcão ativo na Cordilheira dos Andes. Altitude de 2850 metros acima do nível do mar. Quito é a segunda cidade importante mais elevada do mundo. 

Quito fica situado aproximadamente 35 km a sul da linha do Equador. 

Devido à altitude e localização da cidade, o clima em Quito é constante, uma temperatura máxima em torno de 21ºC em qualquer dia do ano. Há somente duas estações em Quito, o verão (a estação seca) e o inverno (a estação chuvosa).

Passeamos por toda a cidade, conhecendo todos os pontos turisticos da cidade, ora com sol, ora com chuva, o que atrapalhou um pouco pois estávamos no andar superior que fechado nos tira a visibilidade!

Para retornar tivemos que pegar os dois onibus novamente, perto das 6 h da tarde! E eu apressada ainda saí na estação anterior! Resultado: pegamos três ônibus!

 

Dia 07 (Mitad del Mundo - Vulcão Pululahua)

Acordamos e arrumamos tudo para seguir viagem!

Fui conversar com a Judith e a Mônica, e não conseguimos sair antes das 11:30 h. Mas valeu a pena, foi um tempo muito precioso onde pude novamente compartilhar do amor de Deus e orar com elas!

Na despedida choramos muito, vou sentir falta delas! Mas sei que manteremos contato!

Saímos em direção a La mitad del Mundo! Fomos ao marco Zero, onde tiramos fotos, visitamos o Museu Etnográfico, e o Planetário! Foi uma tarde muito interessante! Muita informação!

Depois fomos para o mirador do vulcão Pululahua, para ver a cratera do vulcão que hoje está extinto, e é povoado! Tínhamos uma coordenada para chegar a cratera, com um local para passarmos a noite! Fomos a 3.000 metros e para chegar a cratera, precisamos dirigir por uma estrada sinuosa de terra por uns 40 minutos costeando as paredes do vulcão a 20 Km por hora.

Fomos recebidos no Pululahua Hostal, pelo Renato seus cinco cachorros! O Renato, assim como muitos se encantou com o Valente e pediu para vendermos para ele. 

A cachorra mais velha ficou trazendo a bolinha e uma graveto para jogarmos para ela buscar! E quando anoiteceu, ela se postou na porta do carro, e não saiu mais.

 

Dia 08 (Lago San Pablo - Ibarra - Ipiales/Colômbia)

Acordei bem cedo, preocupada em como sairíamos dali, visto que a estrada era de barro e achei a descida um tanto perigosa! Na verdade acordei várias vezes pensando nisso.

Mas o Toninho estava tranquilos. Certo de que sairíamos! Estava mais encantado de ter acordado a noite, contemplado um céu estrelado e visto três estrelas cadentes! 

Enfim resolvemos sair cedo para evitar o tráfego dos ônibus que levam turista até a cratera.

Mas a subida foi bem mais tranquila que a descida e a fizemos em 40 minutos, mais uma vez confirmando que o Valente é nosso companheiro em todas as horas!

Seguimos viagem e decidimos que era hora de sair do Equador! A viagem foi tranquila e paramos no Lago San Pablo, em Imbabura, Otavalo no Km  5 da Ruta 35. Muito bonito! E um lugar que nos chamou a atenção foi o Lago San Pablo em Otavalo, a 2660 m.s.n.m, e aos pés do vulcão Imbabura, é um dos 28 lagos desta província, com 30 m de profundidade e 147 Km quadrados de extensão.

Seguimos e logo estávamos no lago Yahuarcocha em Ibarra, há 2.180 m.s.n.m.(coordenadas N00 22.611 W78 06.726), onde paramos num dos restaurantes de beira de estrada (Fish Fries) e almoçamos uma Trucha al Horno muito boa!

Seguimos e chegamos a fronteira perto das 5 horas...

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